Este automóvel, a produzir-se, sucederá ao homónimo produzido entre 2011 e 2020 e posicionar-se-á abaixo do Epiq, assumindo o papel de proposta de entrada no universo dos veículos urbanos sem motores de combustão interna da marca checa do Grupo Volkswagen.
Esta possibilidade surge no contexto da crescente pressão competitiva no segmento A, onde modelos como o novo Renault Twingo E-Tech Elétrico deverão desempenhar um papel relevante na redefinição das vendas de citadinos na Europa e contribuir fortemente para a democratização da tecnologia.
Em declarações ao “electrifying.com”, o administrador-delegado da Skoda, Klaus Zellmer, admitiu que a marca poderá estar a estudar um novo elétrico de dimensões muito compactas, inspirado na herança do Citigo-e iV. Segundo o responsável, este automóvel não deverá recorrer à plataforma MEB+, mas sim a uma arquitetura técnica diferente, “profundamente adaptada e orientada para custos reduzidos”.
Zellmer recordou o posicionamento histórico da marca no segmento: “Já conhecemos o ID. Every1, e esta categoria é aquela em que estivemos presentes desde o início, com o Citigo, mas da qual nos afastámos devido à rápida transformação do mercado dos automóveis elétricos”.
Apesar de não terem sido revelados detalhes adicionais, tudo indica que o futuro citadino poderá estar associado à versão de produção do Volkswagen antecipado pelo protótipo ID. Every1, modelo que deverá servir de base técnica a novos urbanos elétricos do Grupo Volkswagen.
Confirmando-se este cenário, aumenta igualmente a possibilidade de o sucessor do Citigo poder ser produzido em Portugal, na Autoeuropa, onde o consórcio alemão fabricará o novo citadino elétrico. Questionado sobre a hipótese de deixar de propor o Fabia com motores térmicos e de o disponibilizar apenas com motorizações elétricas, o responsável da Skoda recusou a ideia, referindo que a coexistência de dois automóveis no mesmo segmento implicaria mais custos e maior complexidade estratégica. Neste momento, segundo Zellmer, “não existe qualquer plano nesse sentido”.
Esta possibilidade surge no contexto da crescente pressão competitiva no segmento A, onde modelos como o novo Renault Twingo E-Tech Elétrico deverão desempenhar um papel relevante na redefinição das vendas de citadinos na Europa e contribuir fortemente para a democratização da tecnologia.
Em declarações ao “electrifying.com”, o administrador-delegado da Skoda, Klaus Zellmer, admitiu que a marca poderá estar a estudar um novo elétrico de dimensões muito compactas, inspirado na herança do Citigo-e iV. Segundo o responsável, este automóvel não deverá recorrer à plataforma MEB+, mas sim a uma arquitetura técnica diferente, “profundamente adaptada e orientada para custos reduzidos”.
Zellmer recordou o posicionamento histórico da marca no segmento: “Já conhecemos o ID. Every1, e esta categoria é aquela em que estivemos presentes desde o início, com o Citigo, mas da qual nos afastámos devido à rápida transformação do mercado dos automóveis elétricos”.
Apesar de não terem sido revelados detalhes adicionais, tudo indica que o futuro citadino poderá estar associado à versão de produção do Volkswagen antecipado pelo protótipo ID. Every1, modelo que deverá servir de base técnica a novos urbanos elétricos do Grupo Volkswagen.
Confirmando-se este cenário, aumenta igualmente a possibilidade de o sucessor do Citigo poder ser produzido em Portugal, na Autoeuropa, onde o consórcio alemão fabricará o novo citadino elétrico. Questionado sobre a hipótese de deixar de propor o Fabia com motores térmicos e de o disponibilizar apenas com motorizações elétricas, o responsável da Skoda recusou a ideia, referindo que a coexistência de dois automóveis no mesmo segmento implicaria mais custos e maior complexidade estratégica. Neste momento, segundo Zellmer, “não existe qualquer plano nesse sentido”.
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