
A análise, realizada pela sexta vez, identifica os modelos usados mais frequentemente alvo de manipulação no mercado nacional. Em média, o BMW Série 5 registou uma redução de 123.443 quilómetros. Seguem-se o Citroën DS4 (10,4%) e o Seat Ibiza (9,3%).
Segundo Matas Buzelis, especialista da carVertical, a falta de partilha internacional de dados facilita este tipo de fraude. “Os compradores não conseguem aceder facilmente a essas informações, e é por isso que os condutores em toda a Europa correm o risco de comprar carros muito danificados ou veículos com quilometragem significativamente alterada”, afirmou.
Entre os modelos com menores riscos em Portugal destaca-se o Opel Corsa, com 4,9% de casos identificados.
O estudo sublinha a importância de verificar o histórico do veículo antes da compra, de forma a evitar prejuízos financeiros e surpresas futuras relacionadas com manutenção e desvalorização.
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