
Segundo o documento estratégico da transportadora lisboeta, a velocidade comercial caiu para 13,66 km/h em 2025, estabelecendo um novo mínimo histórico. A informação foi avançada pelo Público, com base no plano e orçamento da empresa para 2026.
Trânsito e obras penalizam operação
A lentidão é atribuída, em termos gerais, ao aumento do congestionamento urbano, à coexistência de obras na via pública e à partilha do espaço rodoviário com transporte individual. A ausência de corredores dedicados contínuos agrava a perda de regularidade.
Impacto nos passageiros e na fiabilidade
Velocidades mais baixas traduzem-se em viagens mais longas, maior variabilidade nos tempos de percurso e dificuldades no cumprimento de horários, afectando a fiabilidade do serviço e a atractividade do transporte público.
Medidas em cima da mesa
Entre as soluções frequentemente apontadas estão a expansão de corredores BUS, a fiscalização do estacionamento indevido, a prioridade semafórica e a reorganização de linhas. A Carris tem defendido que ganhos de velocidade dependem sobretudo de gestão do espaço público e coordenação com o município.
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