Yamaha Tricity: conheça a scooter "barata" de 3 rodas que não cai

1 semanas, 6 dias atrás - 11 Maio 2022, motor1
Yamaha Tricity 125
Yamaha Tricity 125
Com opções 125 e 155, moto é privilégio da Europa

Uma das grandes barreiras para as pessoas adotarem as motos como meio de locomoção é o medo de quedas. No entanto, ao menos na Europa, já há alternativas. São motos de 3 rodas que promete tornas as quedas coisas do passado. Modelos como Piaggio MP3 e Yamaha Niken já cumpriam esse papel, ao menos no mercado premium europeu.

Porém, a própria Yamaha possui uma opção mais em conta. É a Tricity, pequena scooter de três rodas que é popular na Europa por ser mais acessível. Em Portugal seu preço parte de 4.295 euros (R$ 23.280). Para comparação, nossa NMax lá sai por 3.655 euros (R$ 19.810). No Velho Continente, a Tricity oferece motores 125 e 155, este muito similar ao da nossa NMax também.

A popularidade da Tricity lá cresceu por seu design único de três rodas. E a ecepção dos europeus foi tão boa que a Yamaha anunciou algumas atualizações para sua scooter "que não cai". As mudanças devem chegar às lojas europeias em setembro, sem nenhuma previsão para chegar ao Brasil.

Na Yamaha Tricity 125, o propulsor entrega tem uma potência de 12,2 cv e 1,2 kgfm de torque, enquanto a versão 155, já vai para 15 cv. Um novo pistão forjado e cabeçote revisado, assim como uma válvula de admissão maior, aumentaram a potência e a resposta em toda a gama. Os dois propulsores já contam com comando variável de válvulas, assim como as Yamaha Fluo e NMax nacionais.

Outra mudança significativa nas Tricity aparece na dianteira. O sistema de direção, chamado de "LMW Ackermann" foi ligeiramente atualizado de modo a garantir uma sensação mais natural, especialmente quando se faz curvas. Ele conta com duas bengalas apoiadas em uma mesa pivotada como movimentação em paralelogramo, permitindo que a moto deite como um modelo convencional de duas rodas.

 As alterações, de acordo com a Yamaha, destinam-se a manter ambas as rodas dianteiras girando com os respectivos eixos centralizados no mesmo nível, mesmo quando a scooter está inclinada em ângulos agressivos. Isto se traduz em um manuseio mais afiado e que transmite mais confiança.

Além da geometria revista na parte dianteira, o novo Tricity também recebeu alguma mudança no chassi. Ela ficou um pouco mais longa, com 60 mm a mais de distância entre-eixos do que a versão anterior. Também foram mudados os suportes de motor para reduzir  as vibrações do motor. Dada a distância entre-eixos ligeiramente maior, pode-se esperar que a scooter seja mais estável em linha reta também.

Por último, a Yamaha fez algumas mudanças significativas no sistema de partida da motocicleta. Agora ela faz uso de uma unidade de controle de um motor de arranque que também faz as vezes de estator (o alternador da moto). Isto elimina o uso de um motor de partida convencional, pois ele gira o virabrequim diretamente. Além disso, um novo sistema Start/Stop foi adicionado para aumentar a eficiência do combustível.

Além da geometria revista na parte dianteira, o novo Tricity também recebeu alguma mudança no chassi. Ela ficou um pouco mais longa, com 60 mm a mais de distância entre-eixos do que a versão anterior. Também foram mudados os suportes de motor para reduzir  as vibrações do motor. Dada a distância entre-eixos ligeiramente maior, pode-se esperar que a scooter seja mais estável em linha reta também.

Por último, a Yamaha fez algumas mudanças significativas no sistema de partida da motocicleta. Agora ela faz uso de uma unidade de controle de um motor de arranque que também faz as vezes de estator (o alternador da moto). Isto elimina o uso de um motor de partida convencional, pois ele gira o virabrequim diretamente. Além disso, um novo sistema Start/Stop foi adicionado para aumentar a eficiência do combustível.

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