A1 está cortada em Coimbra. Quais são as alternativas?

há 5 horas atrás - 16 Fevereiro 2026, razaoautomovel
A1 está cortada em Coimbra. Quais são as alternativas?
Devido ao troço cortado na A1 a Brisa sugere o corredor litoral pelas autoestradas A8, A17 e A15 ou o IC2 para manter a ligação nacional.

O encerramento do troço da Autoestrada 1 (A1) entre os quilómetros 198 e 189 (nós de Coimbra Norte e Coimbra Sul) obrigou à definição de percursos alternativos para quem circula entre o Norte e o Sul do país.

Sem data prevista para a reabertura — o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, fala em “semanas” —, a Brisa Concessão Rodoviária recomenda duas opções principais para evitar o troço encerrado na zona de Casais, em Coimbra: Corredor do Litoral (A8, A17 e A15) e Itinerário Complementar 2 (IC2).

No Litoral, a alternativa mais estruturada e com maior capacidade de escoamento de tráfego é o corredor A8/A17/A15, conforme o sentido em que estejam a circular:

  • Sentido Sul-Norte: Os condutores devem optar pela A8 (Oeste) ou seguir pela A15 para entroncar na A17, que faz a ligação direta pelo litoral até à zona de Aveiro, onde podem retomar a A1 ou seguir pela A29.
  • Sentido Norte-Sul: O inverso aplica-se, desviando o tráfego na zona de Aveiro/Mira em direção à Figueira da Foz e Leiria via A17.

Já o IC2 surge como a alternativa imediata para quem necessita de circular nas proximidades da cidade de Coimbra. Contudo, importa notar que devido ao elevado volume de tráfego desviado da A1, o IC2 poderá apresentar fortes abrandamentos e filas prolongadas, especialmente nas horas de ponta.

Obras podem demorar semanas

Recorde-se que o encerramento da A1 nos dois sentidos entre os quilómetros 198 e 189 foi motivado pelo rebentamento de um dique na margem do rio Mondego e consequente risco de abatimento do pavimento da autoestrada, algo que haveria mesmo por acontecer cerca de três horas após o fecho do troço.

Em declarações à SIC Notícias, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, descreve a situação como sendo “absolutamente extraordinária” e avança que serão precisas várias semanas para reparar os estragos naquela que é a principal autoestrada do país.

“Enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo. Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviço dos portugueses”, avançou Miguel Pinto Luz.

Troço da A1 em Coimbra vai estar encerrado durante várias semanas

Em causa está o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, na zona de Casais, em Coimbra.

O rebentamento de um dique na margem direita do rio Mondego levou ao encerramento da Autoestrada 1 (A1) nos dois sentidos entre os quilómetros 198 e 189, no troço que liga Coimbra Norte a Coimbra Sul, e pode continuar assim durante várias semanas.

Em causa está o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, junto ao local onde o dique que canaliza o Rio Mondego rebentou, na zona de Casais.

Contudo, de forma preventiva, o troço já tinha sido encerrado por volta das 18h00 desta quarta-feira, cerca de três horas antes do desabamento. Por isso mesmo, como é sublinhado num comunicado feito pela BCR – Brisa Concessão Rodoviária, “o abatimento (…) não representou, em nenhum momento, qualquer risco para utilizadores e trabalhadores”.

Trabalhos vão durar semanas

Em declarações à SIC Notícias, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, confirmou que o Governo sabia o que estava a acontecer e que este “problema estava a ser monitorizado há vários dias pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)”.

Ao mesmo meio, o ministro descreve a situação como sendo “absolutamente extraordinária” e avança que serão precisas várias semanas para reparar os estragos naquela que é a principal autoestrada do país.

“A única coisa que nós podemos fazer enquanto as águas não descerem” é recorrer a blocos de rocha compactados para reforçar a quebra que surgiu na plataforma, admitiu o ministro, que não recusa a possibilidade da fissura se alastrar para o outro sentido.

“Enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo. Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviço dos portugueses”, avançou Miguel Pinto Luz.

Brisa sugere alternativas

Em comunicado, a Brisa admite que, “não sendo possível (…) estimar o prazo de conclusão das obras”, os automobilistas podem usar como alternativa “o corredor A8/A17/A15 ou o IC2”.

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